Oro para que, nesta pandemia, toda família tenha comida sobre a mesa

Matérias Oficiais(+10% Clicks) Yasmim 21/08/2020 Relatar Quero comentar

Em todo o planeta estamos enfrentando uma fome generalizada de proporções já relatadas na bíblia por causa da pandemia, informou o chefe da agência de ajuda alimentar da ONU, com pouco tempo para agir antes que milhões passem fome.

E o número só aumenta cerca de 40 países no mundo em desenvolvimento podem experimentar fome generalizada e em cerca de 15 desses países já existem mais de 1 milhão de pessoas à beira da fome, comunicou David Beasley, que é o diretor executivo do Programa Mundial de Alimentação.

É provável que o vírus esteja varrendo o mundo em desenvolvimento, mas é difícil avaliar toda a sua propagação que é bem rápida.

O que mais parece certo é que os sistemas de saúde frágeis de dezenas de países em desenvolvimento não serão capazes de lidar com este problema, e o infelizmente o desastre econômico que se seguiu à pandemia levará a uma enorme pressão sobre todos os recursos.

A pandemia está revelando diversas fragilidades críticas na maneira como nos importamos, enquanto muitas pessoas em todo o mundo estão sendo retirados do trabalho e precisam de assistência alimentar de emergência.

Os números novos dos estudos indicam que a vida e os meios de subsistência de 265 milhões de pessoas em países de baixa e média renda estarão sob séria ameaça, a menos que sejam tomadas medidas mais rápidas para combater o vírus, em comparação aos atuais 135 milhões.

Vale ressaltar que isso é quase o dobro do recém-publicado Relatório Global sobre Crises Alimentares no mundo de 2020, que estima que cerca de 135 milhões de pessoas em 55 países atualmente enfrentam uma fome forte e aguda como resultado principalmente de conflitos, efeitos das mudanças climáticas e as diversas crises econômicas no mundo.

Esse relatório foi elaborado antes do surgimento da pandemia, e os números contrastantes fornecem uma visão surpreendente do potencial devastador do vírus.

E pelo mundo, a preocupação é maior entre os países da África e do Oriente Médio, pois o vírus ameaça aquelas vidas e meios de subsistência, juntamente com as redes comerciais em que eles contam para a sobrevivência.

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