11 Proibições para mulheres na Arábia Saudita que são difíceis de acreditar

Demara Cruz 10/08/2020 13:58 Relatar

7 – O ensino universitário não é proibido, mas é desnecessário

As mulheres podem estudar, mas há muitas limitações. Apesar disso, a porcentagem de mulheres na Arábia Saudita que têm um diploma universitário é maior do que os homens.  Se o tutor de uma mulher lhe der permissão, ela pode estudar fora do país, mas é difícil para as mulheres conseguirem uma bolsa de estudos, e além disso, elas não costumam trabalhar após a faculdade.

8 – Elas não podem ir a lugar algum sem um Mahram

As mulheres na Arábia Saudita não têm o direito de saírem sozinhas sem um , que é o cônjuge ou parente do sexo masculino. Sem sua permissão, a mulher não pode fazer coisas simples, como sair do país, conseguir um emprego, casar-se, entrar na universidade e até fazer uma cirurgia. Se uma mulher precisar ir a uma delegacia, é necessário que o  confirme sua identidade, já que uma mulher não pode tirar seu véu. Apesar de parecer esquisito, as mulheres locais não acham tão ruim assim, e há muitas que defendem ativamente seu direito de estar sob a tutela dos homens.

9 – Garotos separados das garotas

A segregação de gênero é bem nítida na Arábia Saudita. A população é dividida em partes femininas e masculinas, não só em casa, mas também em lugares públicos, inclusive nos restaurantes, onde há partes para membros da família, solteiros e mulheres solteiras. Grandes empresas ocidentais, como o McDonald’s e a Starbucks, seguem as regras para não perder clientes, e são criticadas por cidadãos liberais.

10 – Nem todas as pessoas são iguais

O testemunho de uma mulher na Arábia Saudita é duas vezes menos valioso. Para entrar com uma ação, ela precisa de seis testemunhas do sexo masculino. E a sentença pode basear-se em tradições tribais, não em leis. Por lá, um homem recebe duas vezes mais do que uma mulher quando se trata de herança, e as mulheres são geralmente excluídas das listas de herdeiros em áreas rurais.

11 – Esporte

As mulheres da Arábia Saudita tiveram o direito de representar seu país nos Jogos Olímpicos pela primeira vez em 2012. A decisão foi tomada sob pressão do Comitê Olímpico Internacional. No entanto, também não é fácil se dedicar ao esporte por lá, pois é desaprovado pelo governo e pela sociedade. As mulheres não recebem educação especial e tem acesso limitado aos equipamentos esportivos.

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