Censura Nunca Mais. O Supremo rasga a Constituição que deveria defender

EM DIREITA 01/08/2020 Relatar Quero comentar

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), aquele ministro que foi reprovado em duas provas para a Magistratura paulista, ex-advogado da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA que atende pelo vulgo de PT, afirmou nesta última 3ª feira, dia 28 de julho, que o Judiciário existe para “dirimir conflitos”.

Até aí, nenhuma novidade. É isso mesmo.

O problema seria justamente quando o Poder Judiciário, ou qualquer Poder, invade a competência reservada a outro.

Mas, como no Brasil o buraco é bem, bem mais embaixo, o problema nem é a invasão da seara de outro Poder.

O problema surge quando Toffoli abre o jogo, e confessa seus veios ditatoriais:

“Nós, enquanto Judiciário, enquanto Suprema Corte, somos editores de um país inteiro, de uma nação inteira, de um povo inteiro”.

Esta é uma fala gravíssima, pois que se trata de o Supremo Tribunal Federal invadir uma competência exclusiva, privativa, essencial de cada um dos cidadãos brasileiros, muito além do direito de expressão.

Na ilustração usada pelo auto nomeado Censor Geral da República, ele fulmina o direito de quem se expressa, é fato. Mas isso não é o pior.

O pior é que Toffoli se expressa, e se arvora como aquela entidade que sabe o que eu e você podemos receber de informação.

Toffoli está nos chamando de débeis mentais, anencéfalos, ou ignóbeis que não tem capacidade cognitiva para diferenciar entre a mão direita e a esquerda. O certo e o errado. O justo e o vil.

Em seu coração marxista/comunista, Toffoli sinceramente crê que precisamos ser protegidos de nós mesmos. E ele deixa bem claro que precisamos de um “filtro” prévio antes de ter acesso à informação.

Resumindo, José Antonio Dias Toffoli está dizendo em alto e bom som para todos que tenham dois ouvidos e não sejam surdos, que o povo brasileiro precisa de alguém que o CENSURE.

O que chama a atenção é que justamente essa era a culpa que queriam jogar no Jair.

Se na campanha eleitoral de 2018, a os adversários de Jair, o Messias, Bolsonaro o acusavam de futuro ditador, que iria implantar a censura no Brasil, hoje podemos observar que o Ministério da Verdade não está surgindo no Poder Executivo, e sim está sendo gestado numa incestuosa relação entre o Legislativo e o Judiciário.

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