Qual a razão de tanto ódio contra o Presidente?

EM DIREITA 02/08/2020 Relatar 我要评论

Diante da perseguição da mídia, da imprensa, e de manifestação em redes sociais, atacando nosso presidente, vem à mente a seguinte questão:

Por que alguns “famosos” nutrem tanto ódio por Jair Messias Bolsonaro?

A resposta mais simples, neste caso é a verdadeira. É porque a população viu em Jair a esperança e a transformação de um país, de uma geração.

Depois de mais de 30 anos de roubo puro e simples do nosso dinheiro. Depois de três décadas de descalabro administrativo. Depois de ver o PT construir com o nosso suado dinheirinho, portos, pontes, metrôs e rodovias em outros países, aparece o Bozo, destrói a destruição causada pelos petralhas e a gente começa a ver a casa ser colocada em ordem.

Estes famosos – ou nem tanto – agradecem à natureza pelo surgimento do monstro COVID 19; levantam a hashtag #ForcaCovid” desejando a morte do presidente, etc. Um deles, ainda teve a cara de pau de se explicar na Folha de S. Paulo:

“Jair Bolsonaro está com Covid-19. Torço para que o quadro se agrave e ele morra”.

Estes e outros formam o movimento revolucionário esquerdista em ação. A atuação não se resume aos que querem a invalidação das eleições de 2018 através da morte do presidente, ou de um golpe de Estado através das inconstitucionais artimanhas jurídicas no TSE.

O Brasil não é para iniciantes, e o movimento revolucionário atua em varias frentes, e seus objetivos diabólicos não se resumem apenas em derrubar o Jair e tomar o poder hoje, em 2020.

Eles querem destruir o Brasil de hoje, reescrever a história do Brasil de ontem e lançar as sementes para a dominação do Brasil do amanhã.

Estas são pessoas investem na maior reserva estratégica do Brasil: nossas crianças.

Eles fazem seus planos procurando trazer à geração futura coisas que chamam de conteúdo educativo, mas que, entretanto só trazem confusão para nossas crianças. Além de abrir a porta para uma infinidade de riscos para elas.

Como todos os esquerdistas, estas pessoas defendem que as crianças pertencem ao Estado, e que a influência da família deve ser reduzida.

Essas pessoas precisam entender que estas crianças têm pais.

E o mais importante: os pais destas crianças têm de entender que eles têm a obrigação legal e moral de ensinar os próprios filhos. E esta obrigação vai além do que a Constituição, o Código Civil, a moral e os bons costumes dizem.

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