O medo ronda: coronavírus pode reinfectar quem já teve a doença. Entenda!

Mania de Notícia 20/07/2020 Relatar Quero comentar

Em São Paulo, o Hospital das Clínicas tem sérios motivos para suspeitar que alguns pacientes tenham contraído o coronavírus pela segunda vez. A instituição que é ligada à (USP) Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina, alguns pacientes foram submetidos a novos exames após o período que tiveram COVID-19, dois deles, obtiveram resultados positivos para doença novamente.

Segundo o hospital, a reinfecção é uma “hipótese ainda pouco provável por não ter sido constatada em nenhum outro caso registrado pela literatura médica internacional”. Por conta dessa falta de certeza, há investigações sendo feita, pois, pode haver outras possibilidades.

O hospital divulgou um comunicado, explicando que os resultados dos dois exames em períodos diferentes que constaram positivo, pode ter se dado por infecção de outro vírus que continha fragmentos ou vírus inativados do causador da doença COVID-19. Os pacientes com a suspeita de terem contraído coronavírus novamente, vão ser submetidos a nova bateria de exames para analisar a presença de outros tipos de vírus que pudesse ser confundido com a doença em questão, e dessa forma terem apresentado o mesmo sintoma do coronavírus nos pacientes.

Sobre a imunidade de pessoas que já contraíram o coronavírus, está sendo feito estudos pelo mundo todo, para saber a duração exata do tempo que o indivíduo que já foi contaminado poderá ficar imune. A revista científica Nature Medicine, mostrou a cerca de trinta dias, que os níveis de anticorpos achados em pessoas recuperadas da doença COVID-19, baixaram em tempo muito curto, dois a três meses após terem ficado doentes.

Setenta e quatro pacientes foram estudados, sendo eles, trinta e sete sintomáticos e trinta e sete assintomáticos. Foi descoberto por pesquisa, que pessoas que tiveram exames positivos contendo a presença do IgG, anticorpos induzidos após infecção, 90% mostraram uma queda drástica de proteínas de defesa dentro de dois a três meses. A queda dos anticorpos em pacientes assintomáticos que tiveram a doença, teve uma porcentagem de mais de 70%.

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