Auxílio Emergencial: Governo libera NOVO calendário para beneficiários e informa quanto você poderá sacar

Portal de Notícias 29/06/2020 Relatar Quero comentar

Você foi aprovado no auxílio emergencial e ainda não conseguiu sacar ou transferir? Saiba que temos uma ótima notícia para você! A Caixa confirmou que irá o valor depositado na conta digital para milhares de brasileiros, já tem calendário com as datas especificas para saque.

O calendário abaixo foi listado pelo governo federal e presidente da CEF, segundo o mês de nascimento dos beneficiários, isso para evitar que os mesmo formem aglomerações nas agencias bancárias espalhadas por todo país, fora isso, o governo continua disponibilizando a alternativa de transferência para outras contras, que podem ser uma boa alternativa para aqueles que se encontram impossibilitados de irem à uma agência pegar o pagamento em espécie.

A data para saque e transferência, começa dia 6 de julho e termina no dia 18 de mesmo mês. Confira aqui abaixo e fique atento para ir ao banco no dia correspondente ao dia em que você tem direito ao saque.

É importante dizer, que ao sair de casa para sacar seu beneficio do auxílio emergencial, você deve estar usando a máscara de proteção facial corretamente, e deve manter o distanciamento social de 1,5 metro, conforme orienta a Organização Mundial da Saúde. Evite aglomerações, se proteja contra o coronavírus.

Terceira Parcela do auxílio emergencial:

O governo federal está concluindo os pagamento que antecedem à 3ª parcela do auxílio, mas os aprovados no programa se mostram apreensivos quanto a divulgação do calendário de pagamento da terceira parcela.

Sobre isso, o o governo federal já se pronunciou informando aos beneficiários que o calendário para a próxima parcela sairá  na próxima semana, sendo assim, agora só resta ao beneficiário aguardar o pronunciamento oficial do presidente da republica brasileira Jair Messias Bolsonaro.

Sobre os valores da 4ª e 5ª parcelas, nada fora definido até esta data, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil não tem condições de garantir as próximas parcelas com o mesmo valor de R$ 600,00, e propôs que a prorrogação do beneficio tenha valor reduzido.

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